segunda-feira, 5 de setembro de 2011

O que aprendi discutindo a relação na #DR de Comunicação na ESPM

No dia 20 de agosto, estive presente na Discussão de Relação sobre Comunicação e Inovação, mais conhecida como #DR de Comunicação e Inovação que aconteceu no Auditório Philip Kotler na ESPM aqui em São Paulo.

Nesse evento participaram grandes figuras do marketing brasileiro e do meio digital, infelizmente não pude participar de todo o evento, mas apenas do período da manhã onde acompanhei as palestras de Alexandre Franzolim da Money Business; Marina Miranda (sócia diretora da Mutopo), referência em crowdsourcing no Brasil (além dos nossos amigos do Catarse ;-D ); palestra cativante e engraçada de Ken Fujioka (sócio da Loducca, uma das maiores agencias de publicidade do Brasil) e o incrível exemplo de empreendedorismo corporativo do Leonardo Santos, diretor de TI da Billabong Brasil, este último caso pretendo deixar para escrever um outro artigo a respeito.

Cada um dos palestrantes falou sobre um tema específico. Abaixo algumas reflexões que eu tive sobre as apresentações que assisti e que servem de conselhos para os empreendedores:

Alexandre Franzolim falou sobre a importância de uma boa apresentação, seja de PowerPoint ou qualquer outra e como fazer uma boa apresentação. Que por sinal a dele foi excelente.

  • Ao fazer uma apresentação tenha um roteiro. Estabeleça um raciocínio contínuo contando uma história, porém de forma objetiva; 
  • Sobre a parte artística do projeto: Rabisque muito com lápis e papel. Exteriorize da forma mais flexível que pode, sem limitar-se àqueles organizadores de raciocínio ou de figuras padronizadas do computador. Deixe fluir uma diagramação natural com os elementos de sua idéia; 
  • Dê sempre um coaching, ensinando algo as pessoas e conhecendo-as melhor. Entenda o tipo de público que você tem e o que eles esperam de você. Nunca pressione os introvertidos, mas ache um meio termo dando pausas reflexivas durante sua apresentação, o famoso “momento que faz pensar”. 

Marina Miranda, falou sobre social production e um pouco como o crowdsourcing vem sendo usado. Um dos pontos que me chamou a atenção foi quando ela falou sobre engajamento.

  • Ela afirma que engajamento diz respeito a troca de valores, ou seja, um usuário recebe de uma marca reconhecimento ou exposição, muitas vezes nada relacionado;
  • Clientes/Usuários engajados, mesmo que apenas fazendo comentários, podem ser “contratados”;
  • O conceito de gamification pode ajudar a melhorar algum produto / aplicativo que você criou, talvez criando um modelo de negócio diferenciado. 

A palestra de Ken Fujioka não foi menos do que qualquer um dos outros, ele expôs um case do famoso American Idol, mais expecificamente de uma atração do parque da Disney chamado American Idol Experience, onde você pode se tornar um pequeno astro por alguns minutos.

  • Não faça branding, mas gere um brand experience para marcar a vida das pessoas;
  • Empresa Pavão: Grita, fica chamando atenção com sua aparência e quer ficar se mostrando. Já é um modelo em declínio, pois não consegue mudar o comportamento dos consumidores.
  • Empresa Bowerbird: FAZ! Suas ações são mais aparentes do que a imagem que fica pensando em transmitir. 
  • Sua marca tem feito mais do que fala?
Sobre a apresentação do Leonardo Santos, pretendo escrever um outro artigo contando a historia dele e explicando o conceito de empreendedorismo corporativo, mas por enquanto fiquem com um video produzido pela Billabong Brasil, com o próprio Leonardo contando o que ele fez dentro de uma das lojas da rede.




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